Paralisação

Técnicos administrativos da UFT deflagram greve por tempo indeterminado

Os técnicos administrativos aderiram greve por tempo indeterminado nesta sexta-feira, 21. Segundo informações dos grevistas os campus de Palmas e Porto Nacional já paralisam atividades nesta tarde...
21/03/2014 15:07:13 2.126 Ana Cássia Costa Sintad
Em assembleia, servidores decidiram aderir à greve Em assembleia, servidores decidiram aderir à greve

Os técnicos administrativos da Universidade Federal do Tocantins (UFT) dos campus de Palmas e Porto Nacional decidiram, no início da tarde desta sexta-feira, 21, aderir à greve nacional da categoria. As atividades já paralisam nesta tarde nas duas unidades. A UFT é a 32º universidade a deflagrar em greve por tempo indeterminado.

Segundo informações dos grevistas, na assembleia realizada no campus de Palmas 49 técnicos votaram a favor de aderir à greve, 32 contrários e duas abstenções. Os resultados das assembleias de Porto Nacional e dos outros campus da universidade, Araguaína, Gurupi, Arraias, Tocantinópolis e Miracema, devem sair ainda no final desta da tarde desta sexta-feira.

“Normalmente quando a capital adere é comum os campus do interior entrarem em greve também. Estamos somente aguardando o resultado das assembleias que estão sendo realizadas nos outros campus da universidade”, informou um grevista.

Os demais campus devem iniciar a paralisação na segunda-feira, 24. A greve dos técnicos da UFT acompanha o calendário da Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-administrativo em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil (Fasubra). O presidente do Sindicato dos Técnicos Administrativos das Instituições Federais de Ensino Superior do Estado do Tocantins (Sintad) Edi César Passos, deve acompanhar as negociações da Federação com o Governo Federal representando a categoria tocantinense.

 

Reivindicações

Em recente entrevista ao T1 Notícias o presidente Edi César Passos afirmou que “estamos lutando pela data-base, redução da jornada de trabalho, melhores condições de trabalho, melhores estruturas e o plano de carreira nacional”.

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